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Ager abre credenciamento para empresas de pesquisa de opinião e amplia voz dos usuários no transporte intermunicipal

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) abriu processo de credenciamento para empresas especializadas em pesquisas de opinião pública. A iniciativa tem como foco fortalecer a escuta da população e tornar o transporte intermunicipal cada vez mais alinhado às necessidades dos passageiros.

De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial do Estado, poderão participar do processo empresas legalmente constituídas no Brasil, que possuam registro no CNAE 7320-3/00 (pesquisas de mercado e de opinião pública) e comprovem experiência na realização de pesquisas relacionadas a serviços públicos.

As credenciadas poderão ser contratadas pelas concessionárias do Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros (STCRIP/MT) para medir a qualidade do serviço e o nível de satisfação dos usuários. O credenciamento não implica contratação automática, mas cria a condição para que as empresas habilitadas possam ser contratadas conforme a demanda das operadoras do sistema. A validade do credenciamento é de três anos.

As empresas interessadas devem protocolar a documentação no setor de protocolo da Agência, endereçada à Ouvidoria, ou enviar por e-mail para [email protected], com o assunto “Credenciamento para Pesquisa de Opinião – STCRIP/MT”.

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Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no portal da Ager.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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