Como parte da atividades de socialização do conhecimento, as crianças e adolescentes atendidas no programa Rede Cidadã, da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), realizaram, nesta quinta-feira (11.07), a exposição de telas e apresentações de artes marciais e músicas, na unidade de Cuiabá, no bairro Planalto. O evento reuniu autoridades, pais, amigos e professores.
“Estão todos de parabéns por tudo que estão aprendendo e nos mostrando hoje. Vejo o programa Rede Cidadã como uma das partes especiais do trabalho da Secretaria de Segurança, pois leva desenvolvimento, capacitação e esperança às crianças e suas famílias”, analisou o secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel Fernando Carneiro Tinoco, ao participar do evento.
Mãe da estudante Wevellyn Gonçalves, de 12 anos, a dona de casa Arnalda Rocha Gonçalves destacou que participar das atividades oferecidas no Rede Cidadã é uma das atividades que a filha mais gosta de fazer.
Moradora do bairro Novo Mato Grosso, Wevellyn ingressou no programa há um ano, e, segundo a mãe, desde então, quando não está na escola, onde frequenta o 7º ano do ensino fundamental, é para o projeto Rede Cidadã que ela mais gosta de ir.
Wevellyn, que neste evento expôs os desenhos que aprendeu a fazer nas aulas de arte, também está aprendendo a tocar teclado e vilão pelo projeto Rede idadã, e já se inscreveu para mais um curso, o de teatro. “Estou esperando ansiosa pelo início das aulas”, conta.
Já Zenaide Flores, de 73 anos, venezuelana radicada em Cuiabá há pouco mais de um ano, costuma ir à unidade do Rede Cidadã acompanhando os netos Daniel, de 9 anos, e Diego, de 13.
Diego, conta ela, é o neto que ela cria desde bebê. “Aqui se adquire conhecimentos bons e importantes para a vida. Não quero que meus netos tomem o caminho ruim”, explica ela.
Rede Cidadã
Com 950 crianças e adolescentes matriculados nas cinco unidades, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres e Nova Olímpia, o programa oferece atividades esportivas, artísticas, além de capacitações e acompanhamento educacional e psicossocial.
As ações têm como prioridade estudantes com idades entre 10 e 17 anos, que vivem em risco ou situação de vulnerabilidade social.
A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.
As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.
Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.
David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.
Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.
Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.
Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.
Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.
Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.
“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
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