A Arena Pantanal volta a receber jogos do Cuiabá Esporte Clube pela série A do Campeonato Brasileiro neste sábado (1º.06), às 17h30 (horário MT). O clube cuiabano enfrenta o Internacional (RS) pela 7ª rodada da competição nacional, que ficou suspensa por duas rodadas em virtude das enchentes no Rio Grande do Sul.
Os ingressos para a partida custam a partir de R$ 10 (meia) no setor Leste Inferior e são vendidos por meio de plataforma que permite cadastrar a face do torcedor, já que o acesso aos jogos do Cuiabá depende de reconhecimento facial (link aqui).
Para os torcedores do Dourado, os setores liberados são Sul, Leste e Oeste inferiores. Já o setor Norte superior fica disponível para a torcida visitante, com entradas a partir de R$ 75 (meia).
Na lanterna da competição nacional, o Cuiabá busca a primeira vitória com o novo treinador Armando Gonçalves Teixeira, francês com nacionalidade portuguesa, que é conhecido como Petit. Além do Brasileirão, o clube disputa atualmente a Copa Sul-Americana.
A próxima partida do Dourado no estádio gerido pelo Governo de Mato Grosso ocorre já na próxima quarta-feira (05.06), às 19h (horário MT), contra o Vitória (BA). O jogo é válido pela rodada 2 do Brasileirão, que foi adiada devido à participação do time mato-grossense na Copa Verde.
Futsal no Ginásio Aecim Tocantins
O esporte também está na agenda do ginásio Aecim Tocantins, que integra o Complexo Arena Pantanal. Por lá ocorre a Taça Mato-grossense de Futsal de Base, até domingo (02.06), das 8h às 20h. A entrada é gratuita.
Com times masculinos e femininos, a competição reúne atletas iniciantes disputando nas categorias Sub-8, Sub-10, Sub-12 e Sub-13. Competem pelos títulos 26 equipes dos municípios de Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Cuiabá, Itiquira, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Pedra Preta e Várzea Grande.
O evento esportivo contará ainda com uma partida do Campeonato Brasileiro de Futsal – Adulto. No sábado (01.06), às 16h, ASF Sorriso (MT) enfrenta o ACF Concórdia (SC).
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
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