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Câmeras do Vigia Mais MT auxiliam na prisão de suspeito de violência doméstica em Várzea Grande

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As câmeras de videomonitoramento do programa estadual Vigia Mais MT foram fundamentais para a localização e prisão de um suspeito de violência doméstica e lesão corporal, no fim de semana, em Várzea Grande.

De acordo com o registro, o suspeito teria agredido fisicamente uma jovem de 19 anos e a mantido em cárcere privado durante a madrugada, sob constantes ameaças de morte. A vítima conseguiu retornar à residência no início da tarde, apresentando lesões visíveis, enquanto o suspeito fugiu do local. Mesmo em fuga, ele continuou enviando mensagens ameaçadoras à vítima, incluindo fotografias de armas de fogo, caso fosse denunciado.

Com base nas informações repassadas, o sistema de videomonitoramento identificou a passagem de uma Toyota Hilux branca pela Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, no sábado (20.9). A partir daí, as câmeras acompanharam o trajeto do veículo, que seguiu em direção à região da Morada do Ouro. Na sequência, a caminhonete foi novamente flagrada trafegando pela Avenida Jurumirim e, posteriormente, ao acessar a Avenida Mário Andreazza, foi novamente registrada pelo sistema.

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Com o apoio das informações em tempo real, equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar conseguiram abordar o veículo nas proximidades do bairro Jardim Imperial, em Várzea Grande.

O suspeito foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Judiciária Civil, onde responderá pelos crimes praticados.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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