MATO GROSSO

Carga de cigarros contrabandeados é apreendida por equipe de fiscalização da Sefaz

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A equipe de fiscalização da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), em conjunto com o Batalhão Fazendário, apreendeu, nessa quinta-feira (03.08) uma carga com 710 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, no Posto Fiscal Flávio Gomes, em Cuiabá. As mercadorias ilegais estavam em um caminhão, escondidas em meio a sacos de adubos e fertilizantes.O veículo já estava sendo monitorado pela equipe de fiscalização. O motorista da carreta foi abordado quando chegava em Cuiabá e, ao ser conduzido ao pátio do posto fiscal para conferência da carga e da documentação, fugiu da fiscalização e abandonou o veículo.

Durante a revista, os fiscais viram a carga de adubo e fertilizantes, acompanhada de todos os documentos fiscais, aparentando estar legal. Mas, na conferência, foram encontradas caixas de cigarros de origem paraguaia, o que configura crime, pois o produto não tem autorização para ser comercializado no Brasil.

Após a apreensão, a carga de cigarros contrabandeados foi encaminhada para a Polícia Federal, onde deverão ser adotadas medidas cabíveis para destinação da mercadoria, assim o prosseguimento das investigações e responsabilização dos envolvidos no crime.

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O contrabando de cigarros é uma prática ilegal que traz prejuízos tanto para a economia nacional, em virtude da sonegação fiscal, quanto para a saúde pública, uma vez que esses produtos não seguem os padrões de controle e segurança exigidos pelas autoridades sanitárias.

Apesar de estar em situação regular, para efeito fiscal e tributário, a carga de adubo e fertilizante também foi encaminhada para a Polícia Federal, uma vez que era transportada no mesmo veículo.

O transporte de mercadorias deve ser realizado com a devida documentação fiscal, pois a ausência ou apresentação de documentos inidôneos configura crime contra a ordem tributária.

Além de serem autuadas, as empresas identificadas como possíveis responsáveis pela irregularidade e sonegação fiscal também são submetidas, posteriormente, a ações de auditoria.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Governo MT – MT

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