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Centro Estadual de Cidadania realizou mais de 12 mil atendimentos em maio

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O Centro Estadual de Cidadania (CEC), gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), realizou 12.379 atendimentos no mês de maio. A unidade, localizada dentro do Várzea Grande Shopping, reúne em seu espaço físico serviços públicos com a finalidade de facilitar o acesso da população várzea-grandense, com qualidade e eficiência.

Os órgãos que prestam serviço no local, são: Procon Estadual; Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec); Departamento Estadual de Trânsito (Detran); Sistema Nacional de Emprego (Sine Municipal e Estadual); Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e Setasc.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasi Bugalho, reforça que o Centro Estadual de Cidadania procura oferecer um atendimento de qualidade a todos aqueles que necessitam dos serviços disponibilizados.

“Buscamos oferecer o maior número possível de serviços para a população, sem abrir mão da qualidade e da eficiência, que é o que a nossa primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, sempre nos pede, primando pelo bom atendimento aos usuários”, disse.

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Totalizando 6.992 mil atendimentos, o Detran-MT está entre os órgãos com serviços mais requisitados no CEC, como a abertura de processo de CNH, captura de imagem, exame teórico, emissão de taxas, autenticação, dentre outros.

Na sequência, a Setasc ofertou 2.578 mil atendimentos para tirar dúvidas e solicitar informações e orientações gerais. A procura pelo Sine-MT totalizou 1.353 mil atendimentos, dentre eles: intermediação de mão de obra, habilitação de seguro-desemprego, captação de vagas e orientação para emissão de carteira de trabalho digital.

A Politec realizou 898 atendimentos, entre emissões e entregas da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A Sefaz contabilizou 332 atendimentos, como emissão de notas fiscais e informações tributárias. Vale ressaltar que a Sefaz encerrou o atendimento presencial na unidade na data de 19 de maio, pois passou a oferecer atendimento online aos seus usuários.

Já no Procon-MT foram prestados 173 atendimentos, como abertura de processo de reclamação e orientações. Para ações em cidadania, o CEC somou atendimentos.

Aos interessados, o atendimento ao público no CEC ocorre das 10h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira, conforme Portaria nº 160/2016/Setas. Para informações, podem entrar em contato pelo número (65) 3694-0503.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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