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Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição está 40% executado

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A construção do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad) já está 40% executada. O projeto é edificado em Cuiabá pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), que investe o total de aproximadamente R$ 60 milhões na nova estrutura.

Ligada à Assistência Farmacêutica, a unidade especializada contará com espaço moderno e amplo para o armazenamento de medicamentos e compostos a serem distribuídos aos 141 municípios de Mato Grosso. O Centro Logístico deve ser concluído no primeiro semestre de 2024.

“O Celad é uma das construções mais representativas para a Saúde do Estado, porque vai proporcionar um ambiente adequado e moderno para o armazenamento de componentes. A estrutura da unidade é grande e atenderá a todas as necessidades primárias da SES”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Além de atender a SES-MT, o local também poderá auxiliar em demandas logísticas de diversas Secretarias do Governo do Estado.

“A obra avança em um ritmo bom e estamos otimistas. A previsão é de que, no início do próximo ano, já tenhamos essa estrutura à disposição dos serviços de Saúde. Essa unidade foi totalmente pensada para atender as demandas da Assistência Farmacêutica do Estado”, explicou a secretária adjunta de Infraestrutura de Tecnologia de Informação da SES, Mayara Galvão.

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O empreendimento terá o total de 20.492,30 m². No momento, estão em andamento os serviços de regularização de base e terraplanagem interna, piso industrial, muro de vedação, alvenaria e reboco, drenagem, cobertura e estruturas metálicas.

Fonte: Governo MT – MT

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Período de defeso da Piracema será entre 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027 em MT

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O defeso da Piracema em Mato Grosso continuará no mesmo período dos últimos anos, entre os dias 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, segundo decisão do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca). A determinação ocorreu, nesta quinta-feira (23.4), durante a 2ª Reunião Ordinária do ano, transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Sema. A resolução será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

Nesse período, será permitida a pesca de subsistência desembarcada nos rios das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins. A medida reforça que a pesca de subsistência é a praticada artesanalmente por ribeirinhos ou comunidades tradicionais e garante apenas a alimentação familiar, sem fins comerciais. As demais modalidades estarão proibidas.

O Cepesca decidiu manter o período baseado nos estudos de monitoramento reprodutivo dos peixes de interesse pesqueiro no Estado. Os dados técnicos foram apresentados pela pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e conselheira do Cepesca, Lucia Mateus.

Em sua apresentação, a pesquisadora mostrou dados que indicam que o pico reprodutivo ocorre entre outubro e janeiro. Nestes meses, a probabilidade de encontrar peixes em atividade reprodutiva chega a 80%. “A definição do período de proibição deve buscar o equilíbrio entre a máxima proteção dos estoques com o mínimo prejuízo aos usuários do recurso. Neste período, os rios ainda estão com volume relativamente baixo de água e os peixes estão reunidos em cardumes para a migração, fator que aumenta o adensamento dos peixes e a vulnerabilidade”, explicou Lúcia.

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O Monitoramento da Reprodução de Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado de Mato Grosso tem 10 anos de análise. Desde 2015, o Cepesca, em atendimento à Notificação Recomendatória do Ministério Público, iniciou estudos e compilou dados técnicos científicos já existentes sobre o período reprodutivo dos peixes de interesse comercial nos principais rios do estado. A análise permitiu integrar dados que incluem informações mensais sobre a reprodução de várias espécies desde 2004. Os resultados desta análise vêm sendo atualizados anualmente.

“Mato Grosso é o único Estado do país que reúne o seu Conselho de Pesca para definir o período de defeso, pois temos acesso a este trabalho que é feito pelas universidades. São informações completas, de muito tempo, com dedicação de muitos profissionais. Os dados mostram que mais de 80% do período reprodutivo acontecem nestes três meses, então é uma decisão bem técnica que o Conselho coloca aqui do que é melhor para a reprodução dos peixes”, destacou o secretário executivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e presidente do Cepesca, Alex Marega.

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Fonte: Governo MT – MT

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