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CGE abre consulta pública para definir prioridades de auditorias em 2026

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) lança consulta pública à população com o objetivo de ampliar a participação cidadã e tornar ainda mais eficaz o planejamento das auditorias a serem realizadas em 2026. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a transparência, o controle social e a melhoria contínua dos serviços públicos prestados.

Por meio da consulta, a população pode opinar sobre quais áreas e temas devem ser priorizados nas ações de auditoria da CGE no próximo ano. A contribuição da sociedade é fundamental para direcionar os trabalhos de fiscalização para setores considerados mais sensíveis, estratégicos ou que demandam maior atenção do poder público.

Na primeira etapa da consulta, o participante pode escolher as áreas que considera mais importantes para a atuação da CGE, como Saúde, Educação, Segurança Pública, Infraestrutura e Obras, Meio Ambiente e Programas Sociais, abrangendo temas como qualidade dos serviços, uso de recursos públicos, execução de políticas públicas e impacto social.

Em seguida, o formulário convida o cidadão a detalhar o problema relacionado à área selecionada que, em sua avaliação, deve ser objeto de auditoria. Essa etapa permite registrar situações específicas, fragilidades, riscos ou falhas percebidas na prestação dos serviços públicos.

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Na terceira pergunta, o participante é estimulado a indicar, sob seu ponto de vista, as possíveis causas relacionadas ao problema apontado anteriormente, como falhas de planejamento, execução, fiscalização, gestão ou outros fatores que possam contribuir para a ocorrência da situação relatada.

Por fim, a consulta abre espaço para que a sociedade indique outros aspectos considerados importantes para a auditoria pública em Mato Grosso, ampliando o olhar sobre temas transversais, riscos emergentes e oportunidades de melhoria na gestão pública estadual.

De acordo com o secretário adjunto de Auditoria e Controle, Joelcio Ormond, a participação social é um pilar essencial para o fortalecimento do controle interno e para o aprimoramento da administração pública. “As contribuições recebidas irão subsidiar o planejamento das auditorias de 2026, tornando-as mais estratégicas, eficientes e orientadas ao interesse público”.

A CGET incentiva toda a sociedade a participar da consulta e exercer o controle social, contribuindo para uma gestão pública mais íntegra, eficiente e transparente em Mato Grosso. Acesse o formulário AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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