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Condenado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil no Pará

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Um homem condenado por estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido na manhã desta segunda-feira (3.11), em ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e do Pará.

O foragido de 40 anos de idade estava com mandado de prisão decretado pela Segunda Vara Criminal e Civil de Poxoréu por condenação transitada em julgado a pena de 12 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado.

A prisão ocorreu após troca de informações entre as equipes do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Vila Rica/Confresa e Núcleo de Inteligência Polícia da Delegacia de Pacajá (PA).

Após levantamentos e checagens, foi possível chegar ao paradeiro do procurado, que teve a ordem judicial cumprida no estado do Pará. Ele foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A prisão integra os trabalhos da Operação Ámon, idealizada pela Delegacia Regional de Vila Rica para cumprimento de mandados de prisão contra foragidos da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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