MATO GROSSO

Contemplado no edital da Secel, álbum “Giras do Brasil” valoriza a cultura afro-brasileira

Publicado em

O álbum “Giras do Brasil”, que apresenta uma releitura contemporânea de tradições ancestrais de matriz africana, foi lançado na última semana. A iniciativa é viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital Viver Cultura-Expressões Artísticas da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel).

“Esse projeto é uma mensagem de respeito e união a todos os povos e crenças, feito com inspiração no nosso passado e resguardando uma parte de nossas origens do qual temos muito que aprender”, afirma Pablo.

Com 12 faixas que mesclam música eletrônica e cantos afro-brasileiros, o projeto reafirma sua potência ao propor uma experiência sonora inovadora, espiritual e politicamente engajada. Desde o seu lançamento (1.8), o álbum já ultrapassou a marca de 3 mil reproduções nas plataformas digitais.

Gravado entre estúdios e centros espíritas no município de Sorriso, Giras do Brasil incorpora vozes, instrumentos percussivos e arranjos eletrônicos, com o objetivo de valorizar expressões de fé, resistência e identidade. O álbum é uma ferramenta artística contra o preconceito e a intolerância religiosa, além de ser um manifesto pela diversidade cultural do Brasil.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandado de prisão de acusado de violência contra a ex-mulher

O álbum foi idealizado pelo artista e produtor musical Pablo Escobar, com co-produção de EMØTE e Jessica Escobar. Ele contou ainda com a consultoria de Verônica Aparecida Santana e Diana José da Fonseca, importantes referências da cultura afro-brasileira em Mato Grosso.

O álbum se encontra disponível no Spotify

Para mais informações sobre o artista: Instagram: @pablodoyoutube

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  TRE-MT oferece intérpretes de libras para eleitores surdos ou com deficiência auditiva nos dias 05 e 06 de outubro

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem com mandado de prisão em aberto e com armas ilegais em casa

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA