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Corpo de Bombeiros divulga gabarito preliminar das provas de seletivo para bombeiros temporários em MT

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Foram divulgados, nesta segunda-feira (20.1), os gabaritos preliminares das provas objetivas do processo seletivo simplificado do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT) para a formação de cadastro de reserva nos cargos de soldado BM de segunda classe (auxiliar de bombeiro) e soldado BM de saúde de segunda classe (técnico de enfermagem). Confira o gabarito preliminar aqui.

As provas foram aplicadas neste domingo (19.1), pelo Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Selecon), em dois turnos. No período matutino, os candidatos fizeram a prova para o cargo de soldado BM de segunda classe, e no período vespertino, para o cargo de soldado BM de saúde de segunda classe. Um total de 7.008 pessoas se inscreveu para o seletivo.

Os exames ocorreram em Cuiabá e em mais 31 municípios do estado, sem nenhuma intercorrência.

Além do gabarito, também estão disponíveis para consulta os cadernos das provas aplicadas. O prazo para entrega de recursos contra o gabarito vai até o dia 21 de janeiro. Já o resultado final das provas objetivas está previsto para o dia 27 de janeiro, quando será publicada também a lista de convocados para o Teste de Aptidão Física (TAF) e para a Avaliação de Títulos.

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Além dessas etapas, haverá ainda as fases de Avaliação Psicológica, Investigação Social, Exames Médico-Odontológicos e o Curso Básico de Soldado Temporário (CBSdT). A fase final será o chamamento dos candidatos aprovados para o Curso Básico de Soldado Temporário, com data prevista para 11 de abril de 2025. O início do curso está agendado para 14 de abril de 2025 e terá duração aproximada de 60 dias.

Após serem incorporados à tropa, os bombeiros temporários receberão uma remuneração inicial de R$ 3.436,25, podendo atingir até R$ 4.708,61, além de um auxílio-alimentação de R$ 486,14. A jornada de trabalho seguirá a escala dos militares estaduais, podendo ser em regime de turno para serviço operacional ou expediente diário em serviço administrativo. Os contratos temporários terão duração de até oito anos.

Vagas disponíveis

No total, as vagas do seletivo estão disponíveis para os 32 municípios onde já existem Unidades de Bombeiro Militar ou onde estão previstas as implantações dessas unidades. São eles: Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Guarantã do Norte, Jaciara, Juara, Juína, Poconé, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Querência, Rondonópolis, Santo Antônio de Leverger, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tapurah e Várzea Grande.

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Confira as provas e gabaritos aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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