MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros reforça alerta sobre engasgos e ingestão de corpos estranhos em crianças e idosos

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforça o alerta à população sobre os riscos associados à ingestão de objetos e aos episódios de engasgo, ocorrências frequentes atendidas pela corporação, sobretudo envolvendo crianças e idosos.

A ingestão de corpos estranhos pode provocar obstrução das vias aéreas, asfixia e outras complicações graves, exigindo intervenção imediata. Entre os itens mais comuns engolidos acidentalmente, estão moedas, brinquedos pequenos, peças plásticas e alimentos ingeridos sem mastigação adequada.

Crianças com até cinco anos estão entre as principais vítimas, em razão do hábito de levar objetos à boca. Entre os idosos, o risco é ampliado por dificuldades de mastigação, uso de próteses dentárias e redução dos reflexos naturais.

De janeiro até a primeira quinzena de dezembro de 2025, o CBMMT registrou 32 ocorrências relacionadas à ingestão de objetos em todo o Estado.

A capitã BM Beatriz Oliveira Castelli de Albuquerque destacou que a adoção de medidas preventivas é essencial para evitar esse tipo de ocorrência.

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“Grande parte dos casos pode ser evitada com cuidados simples no dia a dia, como supervisão constante de crianças, atenção durante as refeições e a retirada de objetos pequenos do alcance”, afirmou a capitã.

Em situações de engasgo, a orientação é manter a calma e avaliar o estado da vítima. Se ela conseguir tossir ou falar, deve-se incentivar a tosse. Caso apresente sinais de obstrução grave, como dificuldade para respirar ou emitir sons, é necessário agir rapidamente.

Nessas situações, o indicado é acionar os serviços de emergência imediatamente e, se houver conhecimento técnico, realizar a manobra de Heimlich para a desobstrução das vias aéreas. Em adultos e crianças, o procedimento consiste em posicionar-se atrás da vítima e realizar compressões abdominais firmes, para dentro e para cima, logo acima do umbigo, com o objetivo de expulsar o objeto. Já em bebês, a técnica é adaptada, com a aplicação de tapas entre as escápulas e compressões torácicas, sempre com a cabeça levemente inclinada para baixo.

A capitã reforça que ações inadequadas podem agravar o quadro.

“Não se deve tentar retirar o objeto com os dedos, pois isso pode empurrá-lo ainda mais para dentro. O acionamento imediato dos serviços de emergência, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192, e o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193, é fundamental para garantir um atendimento seguro”, completou a capitã.

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Para saber mais sobre como executar as manobras de desobstrução de vias aéreas, é possível conferir os vídeos orientativos disponibilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso.

*Sob supervisão de Hannah Marques

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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