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Corpo de Bombeiros resgata catita e família de saruê em Confresa e Alto Araguaia

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na quinta-feira (26.3), o resgate de uma catita e de uma família de saruê que estavam no perímetro urbano dos municípios de Confresa e Alto Araguaia.

Em Confresa (a 1.058 km de Cuiabá), o 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionado por volta das 12h para a captura de um animal silvestre que estava em um poste de energia elétrica, em frente a uma residência localizada na Rua A12, no bairro Arco-Íris 2.

No local, os bombeiros constataram que se tratava de uma catita, um marsupial, que estava próxima à rede de energia elétrica.

Os militares realizaram o isolamento da área e efetuaram a captura do animal de forma segura. O marsupial foi avaliado pela equipe do 2º NBM e, não sendo constatado nenhum tipo de ferimento, foi transportado até um local adequado, onde foi solto em habitat natural.

Já em Alto Araguaia (a 422 km da capital), o CBMMT realizou o resgate de uma família de saruê que estava dentro de uma residência localizada na região central da cidade. Após receber o chamado, uma equipe do 1º Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) se deslocou ao endereço indicado, onde foi encontrada uma fêmea com quatro filhotes.

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Com os devidos cuidados, os saruês foram resgatados e levados até uma área segura, distante do perímetro urbano, onde foram soltos novamente na natureza.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193 solicitando auxílio e, em nenhuma hipótese, deve tentar capturar o animal de forma indevida.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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