MATO GROSSO

Curso gratuito leva aprendizados sobre ritmos afro-brasileiros

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A Associação Casa de Oxóssi está com inscrições abertas para o curso livre de Ritmos Afro-brasileiros, que ocorrerá no próximo sábado (24.06), das 15h às 18h. A atividade faz parte do projeto Tambores de Odé, que foi contemplado no edital das Redes de Ponto de Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Com o objetivo de disseminar os ritmos afro-brasileiros e sua influência na cultura, o curso ensina sobre danças dos orixás, cantigas tradicionais e ritmos, como ijexá e agueré. Os participantes também terão a oportunidade de aprender sobre os orixás e a importância da música e da dança nas religiões de matriz africana.

“Nas religiões afro-brasileiras, os sons e os movimentos ordenados no tempo de forma rítmica, são uma espécie de condutor do Axé – a energia vital que está à nossa volta. Assim como os fios conduzem a eletricidade, a dança e a música nos conectam com o sagrado”, explica o Babalorisá Jupirany de Odé, idealizador do curso.

Um corpo docente de pedagogos e arte-educadores envolvidos na religião conduzirá as aulas, oficinas e visitas. De acordo com a produtora cultural e coordenadora do evento, Tuanny Godoi, o escopo busca aliar o conhecimento das tradições religiosas ao ensino formal.

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“A equipe envolvida no projeto é formada por pessoas com grande conhecimento e representatividade na religião. O projeto Tambores de Odé é uma forma de mostrar que o culto aos Orixás também permeia a cultura popular mato-grossense”, informa Tuanny.

Além de estimular a audição e os movimentos do corpo, o evento contará com comidas tradicionais de terreiro, como acarajé e vatapá. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo formulário online (link AQUI)

Serviço | Curso livre de Ritmos Afro-brasileiros

Data: sábado (24.06), das 15h às 18h
Local: Associação Casa de Oxóssi (Rua C, quadra 14, casa 13, bairro Flamboyant – Cuiabá)
Inscrição gratuita: AQUI

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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