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Curso superior de Tecnologia em Teatro está com inscrições abertas até 3 de novembro

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A MT Escola de Teatro está com inscrições abertas até 3 de novembro para o processo seletivo da nova turma do curso superior de Tecnologia em Teatro, que conta com 50 vagas no polo de Cuiabá.

Credenciada pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), a formação gratuita é oferecida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) em parceria com a Associação Cultural Cena Onze.

As vagas são distribuídas de acordo com as sete áreas de ênfase profissional do curso e o candidato deve escolher a opção no momento da inscrição.
São 20 vagas para Atuação e 30 divididas entre as outras seis áreas, que incluem Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Iluminação, Sonoplastia e Produção Cultural.

Como política de ações afirmativas, o vestibular destina vagas a candidatos que cursaram integralmente o Ensino Médio em escola pública, separadas por cotas para negros, indígenas, pessoas com deficiências e outros.

O processo seletivo é composto por duas fases, ambas de caráter eliminatório e classificatório. A primeira é uma carta de intenção, que deve ser anexada no ato da inscrição. A segunda é a prova prática/entrevista, a ser realizada em Cuiabá, nos dias 14 e 15 de dezembro.

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O resultado final será divulgado a partir do dia 31 de janeiro. Já as aulas terão início no dia 17 de fevereiro, em modalidade presencial no período noturno, de segunda-feira a sexta-feira, no Cine Teatro Cuiabá.

As inscrições, editais e demais informações sobre as etapas do processo seletivo podem ser acessadas em vestibular.unemat.br

Serviço | Curso superior de Tecnologia em Teatro

Inscrições para o processo seletivo: até 3 de novembro
Edital, informações e inscrição: https://portaldocandidato.com/unemat-teatro-2025/

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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