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Delegação de MT conquista 62 medalhas no campeonato brasileiro de Jiu Jitsu Esportivo

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A Federação de Jiu Jitsu Esportivo de Mato Grosso (FJJE-MT) foi a grande campeã do Campeonato Brasileiro Kids, realizado no último final de semana (1º e 02.07), em São Paulo (SP). Composta por 85 atletas de quatro a 15 anos, a equipe conquistou 62 medalhas, sendo 19 de ouro, 18 de prata e 25 de bronze, alcançando a maior pontuação da competição.

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), garantiu o transporte da delegação mato-grossense, que contou com representantes dos municípios de Várzea Grande, Rondonópolis, Várzea Grande, Rondonópolis, Cuiabá, Nortelândia, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Jaciara, Itiquira, Canarana, Água Boa, Querência e Ribeirão Cascalheira.

“Agradeço a Deus pela viagem segura e ao apoio imprescindível do Governo, via Secel, que tem sido um grande fomentador desse esporte em Mato Grosso”, reconhece o presidente da FJJE-MT, Paulo César Venâncio.

Os jovens esportistas do Estado competiram nas categorias pré-mirim, mirim, infantil e infantojuvenil. As disputas e conquistas ocorreram nos formatos Gi tradicional, que permite agarrar o quimono do oponente, e NoGi, que significa ‘sem kimono’. Nesse os lutadores usam roupas agarradas, como bermudas e camisetas, com pegadas somente nas partes do corpo.

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“Mato Grosso se destaca no cenário nacional mais uma vez e isso é resultado de um trabalho sério e união de várias equipes do estado, de investimento em capacitação, de dedicação dos professores, instrutores, atletas e apoio de suas famílias”, conclui Venâncio.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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