A linha de crédito para investimentos da Desenvolve MT – Agência de Fomento de Mato Grosso tem desempenhado um papel importante no fortalecimento do empreendedorismo local. O impacto positivo dessa iniciativa é evidente nos resultados alcançados. Em 2024, a Desenvolve MT registrou um crescimento de 189% no crédito para investimento em comparação a 2023, liberando R$ 21,3 milhões para empreendedores mato-grossenses.
A linha de crédito Desenvolve Empresarial possui duas modalidades, e é uma oportunidade para o empreendedor que procura investir em seu negócio, e busca com o financiamento a oportunidade de crescimento.
Com financiamento de até R$1,5 milhão com capital de giro associado, e taxas de juros a partir de 1% ao mês, prazos de pagamento que podem chegar a 120 meses, incluindo carência de até 12 meses para começar a pagar.
Além de financiar projetos para implantação e modernização de empresas, a linha de crédito abrange uma ampla variedade de itens para o crescimento dos negócios. Com o crédito é possível adquirir máquinas e equipamentos nacionais novos, móveis e utensílios, softwares, insumos, estoques e até usinas fotovoltaicas entre outros.
Um exemplo proporcionado por essa linha de crédito é o caso de Osmar Favini, proprietário do La Ville Café, localizado em Cuiabá. Com o financiamento obtido, Osmar conseguiu adquirir equipamentos e máquinas novas, além de capital de giro para fortalecer as operações do negócio.
“Foi um investimento de suma importância para alavancar o meu negócio. Esse tipo de apoio, voltado para empresas de pequeno porte que estão começando, é fundamental para fomentar e auxiliar no crescimento. Sou muito grato à Desenvolve MT, que proporcionou o crescimento do meu negócio”, destaca o empreendedor.
A presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman, destaca que a linha de crédito empresarial está disponível para todos os empreendedores que buscam impulsionar seus negócios.
“Essa linha é ideal para quem já está no mercado e deseja investir no crescimento. Por se tratar de uma linha voltada para investimentos, ela desempenha um papel essencial no fortalecimento estrutural das empresas, permitindo a aquisição de bens e melhorias que aumentam a produtividade e a competitividade”, explica Mayran.
Empreendedores interessados em conhecer a linha de investimento, podem acessar o site da Desenvolve MT, realizar simulações e obter mais informações sobre as modalidades de crédito disponíveis. Ou entrar em contato através do número (65) 3613-7900. Além disso, a agência oferece atendimento presencial e conta com uma rede de agentes de crédito para auxiliar no processo de contratação nos municípios.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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