Doze exemplares juvenis de araras-canindés foram encaminhados para Área de Soltura de Animais Silvestres (Asas), da Fazenda Água Viva, no município de Cocalinho-MT, neste mês de dezembro. As aves foram translocadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) sendo que 9 estavam em Cuiabá, no Batalhão de Polícia Ambiental, após resgates, entrega voluntária e alta clínica, uma no município de Campo Verde, resgatada pelo Corpo de Bombeiros e duas de Barra do Garças, com alta clínica, oriundas de resgate.
Todos os animais estavam saudáveis, porém, por se tratar de juvenis precisarão permanecer por algumas semanas em recinto, para fortalecimento muscular e treino de voo.
Foram destinados ao mesmo local cinco filhotes de Periquitos-de-encontro-amarelo que estavam sob cuidados da clínica veterinária Animais & Cia, em Barra do Garças-MT. Os pequenos ficarão sob cuidados nutricionais e aguardarão o empenamento completo, que é a formação de penas, para voltarem a natureza.
Um filhote de Lobete completou a lista dos animais silvestres destinados a Área de Soltura parceira por meio da Coordenadoria de Fiscalização de Fauna da Sema. Quatro outros exemplares juvenis já estão alojados na Asas, sob cuidados alimentares e manejo diário a fim de formarem uma pequena matilha para posterior soltura.
A maioria das ocorrências de filhotes deste ano, foram dos psitacídeos, como as Araras, Papagaios e Periquitos e também dos Gambás (Saruês). Outros grupos em alta na reprodução são os Jacarés e Tamanduás-bandeira.
Orientações
A Sema orienta que, ao se deparar com crimes contra animais silvestres, a população denuncie por meio da Ouvidoria Setorial da Sema, pelos números (65) 3613-7398 e (65) 98153-0255 (telefone e WhatsApp), ou pelo e-mail [email protected], ou ainda em uma das unidades regionais.
Se encontrar animais silvestres que necessitem de resgate, acione a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto à saúde do animal quanto à do cidadão.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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