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Doze motoristas são presos embriagados na Avenida Miguel Sutil

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Doze condutores foram presos por embriaguez ao volante durante Operação Lei Seca, realizada de forma simultânea em dois pontos da avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, na madrugada deste sábado (06.04). Também houve uma prisão por crime de desobediência e condução de veículo sem habilitação. 

As abordagens iniciaram por volta das 3h da madrugada e terminaram por volta das 6h com 102 multas aplicadas. Deste total, foram 28 por condução de veículo sob efeito de álcool, oito por recusa do teste de alcoolemia, 43 por conduzir o veículo sem registro ou não licenciado, 14 por conduzir sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e dez por infrações diversas.

Os agentes de fiscalização submeteram 163 pessoas ao teste de alcoolemia. Também foram fiscalizados 157 veículos, sendo 73 autuados e 60 removidos.

A Operação Lei Seca, feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), ocorre sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
 

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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