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Em reunião com ministro, governador avança na criação de curso de Medicina no Araguaia

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O governador Mauro Mendes se reuniu com o Ministro da Educação, Camilo Santana, para definir estratégias e viabilizar a criação do curso de Medicina em Barra do Garças. A expectativa é que a criação do curso seja aprovada ainda no primeiro semestre deste ano.

A reunião ocorreu nesta quarta-feira (17.01) na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília.

O governador destacou que a criação do curso representaria um avanço no desenvolvimento educacional e na saúde da região.

“O curso será uma grande contribuição para o Vale do Araguaia e para a formação de bons profissionais para atenderem a saúde pública no Estado de Mato Grosso. A comunidade local aguarda com expectativa o desdobramento desses esforços, que vão representar um marco significativo para a educação e a saúde na região”, afirmou.

O suplente de senador Mauro Carvalho também esteve presente na reunião e destacou o interesse de agilizar a criação do curso, que é um sonho antigo do Vale do Araguaia.

“A região de Barra do Garças está esperando há muito tempo a homologação desse curso, então o governador Mauro Mendes marcou essa reunião para dar celeridade no processo”, disse.

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Em maio de 2022, o governador autorizou o repasse de R$ 1,5 milhão para reforma e melhoria do Hospital e Pronto-Socorro de Barra do Garças para possibilitar a aprovação do curso pelo MEC.

O processo foi encaminhado para o aval do Ministério da Saúde. Assim que aprovado, segue para homologação do Ministério da Educação.

Também participaram da reunião a senadora Margareth Buzetti e o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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