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Empaer e Seplag realizam leilão online e presencial para venda imóvel rural

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), promove no dia 25 de março, às 9h, leilão para a venda de um imóvel rural, localizado no município de Novo Horizonte do Norte. Os interessados podem dar lance de forma online ou presencial.

A alienação de imóveis públicos integra o programa de desmobilização de ativos imobiliários, e visa conferir melhor aproveitamento, evitando perdas e prejuízos à administração pública. A receita proveniente da alienação dos imóveis será destinada a novos investimentos no setor público.

“Esta ação tem como objetivo o melhor o uso dos bens públicos, atendendo, assim, o bom andamento da administração estadual. Quando esses imóveis já não atendem às demandas, estão em desuso, o objetivo é convertê-los em recursos financeiros para aplicar em benefício da sociedade”, destaca o secretário da Seplag, Basílio Bezerra.

O imóvel é de propriedade da Empaer e tem 60,5 hectares, com característica predominante para a pecuária. O leilão acontecerá de forma online e presencial, e será vendido pelo maior lance, a partir de R$ 3 milhões. O valor arrecadado será investido em ações e projetos da Empaer voltados à agricultura familiar.

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A presidente da Empaer, Flávia Almeida, destaca a importância que o leilão proporcionará para a realização dos projetos que se encontram em fase de execução na agricultura familiar do estado.

“Além de representar transparência, a realização do leilão do imóvel rural em desuso será uma oportunidade de potencializarmos ações que integram o escopo da gestão por resultados que estamos trilhando. A modernização na assistência técnica e extensão rural é necessária e estamos prontos para subsidiá-los, porque sabemos que isso chega ao pequeno produtor com o emprego de mais tecnologia, especialidade e, principalmente, com resultados. A Empaer está virando a chave na dinâmica dos trabalhos desenvolvidos e certamente vamos agregar ainda mais valor à produção da agricultura familiar”, ressalta a presidente.

Os interessados devem se cadastrar no site da empresa credenciada para conduzir o leilão Álvaro Antônio Leilões, no link www.alvaroantonioleiloes.com.br. Quem optar por participar de forma presencial deve comparecer ao Centro de Convenções do Arinos Hotel, localizado na Rua São Geraldo, nº 330-S, Centro, em Juara. Demais dúvidas podem ser sanadas pelos telefones (65) 3365-9885 e 99287-9838.

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Clique aqui e confira o edital completo.

Parceria

A realização do Leilão se dá por meio da Portaria Conjunta da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) nº 038/2023, que foi publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 26 de abril de 2023, instituindo a força-tarefa para a alienação de bens imóveis urbanos e rurais da Empaer, mediante leilão eletrônico.

Cabendo à Seplag disponibilizar os serviços de leiloeiro, planejar e fiscalizar o certame.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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