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“Estamos saindo daqui com gás, força e vontade para fazer acontecer”, afirma coordenadora pedagógica durante convenção

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“Estamos saindo daqui com gás, com força e vontade para fazer acontecer”. Com esta afirmação, a coordenadora Márcia Tavares, da Escola Estadual São Francisco de Assis, de Jaciara, resume o clima do segundo dia da 1ª Convenção dos Coordenadores Pedagógicos, realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em Chapada dos Guimarães.

Para Márcia, a convenção tem proporcionado um momento raro para planejar de forma estratégica.

“Estamos conhecendo verdadeiramente a nossa realidade, identificando onde estamos, para onde queremos ir e quais estratégias adotar. Aqui, saímos com tudo pronto para aplicar”, completou.

O coordenador Eduardo da Silva, da Escola Estadual Santo Antônio, em Rondonópolis, ressaltou a importância da troca de experiências.

“A primeira conferência tem a importância de reunir coordenadores e compartilhar práticas exitosas, que podemos aplicar nas nossas escolas. Essa formação impacta diretamente nossas práticas, pois nos permite trabalhar com os professores a partir de dados e resultados, alcançando as metas propostas”, explicou.

Já a coordenadora Gisele Aparecida de Barros, da Escola Estadual Estevão Pereira de Almeida, na zona rural de Rosário Oeste, reforçou o caráter reflexivo da formação.

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“É o momento de recalcular rotas, avaliar os resultados e identificar o que precisa ser melhorado. Esse feedback é essencial para alcançarmos melhores resultados. Está sendo muito positivo”, avaliou.

A programação do encontro contempla oficinas temáticas voltadas ao planejamento estratégico e à implementação de práticas pedagógicas inovadoras, sempre com foco na melhoria da aprendizagem dos estudantes.

Além disso, os participantes discutem estratégias para alcançar as metas do Simulado Avalia MT e alinhar as ações às diretrizes da Avaliação Nacional da Educação Básica (SAEB).

De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a convenção reforça o compromisso da rede estadual com a qualidade do ensino.

“Temos a prova do Saeb no final de outubro e vamos construir uma trilha de aprendizado para que nossos coordenadores possam trabalhar com os professores de Língua Portuguesa e Matemática. Queremos que os estudantes do 5º, 9º e 3º ano realizem uma prova de excelência”, afirmou.

Evento

A 1ª Convenção dos Coordenadores Pedagógicos da Rede Estadual de Ensino é promovida pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc/MT) e será realizada até 8 de agosto, em Chapada dos Guimarães.

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Participam aproximadamente 1.250 profissionais, entre coordenadores pedagógicos, integradores curriculares, membros das Diretorias Regionais de Educação (DREs) e técnicos pedagógicos do Órgão Central da Seduc.

No dia 6 de agosto, haverá um momento unificado de integração e compartilhamento de experiências entre todos os participantes.

A iniciativa integra o programa Educação 10 Anos, que busca consolidar Mato Grosso entre os cinco melhores estados do país na educação pública.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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