MATO GROSSO

MT é o 2º do país que mais gerou oportunidades de emprego em 2023

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Em 2023, Mato Grosso obteve um saldo positivo de 40.726 novas de vagas de emprego, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, e foi a 2ª unidade da federação que mais gerou oportunidades de trabalho no país proporcional à população.

No acumulado de janeiro a dezembro, foram registradas 620.164 admissões e 579.438 desligamentos.

O Distrito Federal aparece em primeiro. Já em números absolutos, São Paulo obteve o maior saldo 390.719, contudo, a população daquele estado é de 44,4 milhões de habitantes, numa proporção de 0,88% vaga por habitante. Já o Distrito Federal obteve saldo de 36.968 novas vagas e tem população de 2,8 milhões de habitantes, proporção de 1,31%.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, Mato Grosso vive quase pleno emprego, sendo fruto das medidas desenvolvidas pelo Governo do Estado.

“O Governo tem concedido créditos, por meio da agência de fomento Desenvolve MT, além disso, desburocratizou o acesso aos benefícios fiscais com seus programas de incentivos. Acreditamos que em 2024 o desempenho será ainda melhor quanto a geração de emprego e renda para a população”, ressaltou.

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O resultado foi positivo nos cinco grandes setores econômicos do Estado, totalizando um estoque de 874.870 empregos formais com saldo positivo em 40.726. O destaque do crescimento do emprego formal foi do setor de serviços com 17.286 (6,14%) em relação ao ano anterior, seguido da indústria com 7.839 (5,97%), construção com 7.077 (5,58%), agropecuário com 6.158 (4,23%) e Ccmércio 2.366 (3,03%).

Segundo o coordenador do Centro de Dados Econômicos, Vinicius Hideki, a variação de empregos em determinados setores pode ser influenciada por diversos fatores, como mudanças na economia global, políticas governamentais, condições climáticas, flutuações nos preços de commodities e outros eventos específicos do setor.

“Ao analisar o histórico do Novo Caged, que tem mostrado variações positivas desde 2020, há uma perspectiva otimista para o mês de janeiro. Em comparação com dezembro de 2023, que terminou com retração, é possível esperar um retorno com um saldo positivo. É importante notar que, mesmo diante dessa retração, Mato Grosso conseguiu manter um saldo final positivo para o ano”, explicou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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