Mais de 500 escolas estaduais da Região Metropolitana de Cuiabá vão participar, nos dias 26 e 27 de agosto, da 2ª edição da Expo Estudantil. O evento é fruto de uma parceria do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), com realização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT).
A programação é voltada para estudantes e jovens do 8º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino e será realizada na Arena Pantanal, das 13h às 18 horas, com expectativa de reunir cerca de 40 mil estudantes nos dois dias de evento.
“Mais do que um espaço de informação, a iniciativa é um convite à reflexão, à ação e à construção de uma trajetória pautada nas competências essenciais para quem deseja transformar sonhos em resultados concretos”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.
Com tema “O futuro é agora”, a edição de 2025 busca fortalecer o protagonismo juvenil, oferecendo aos participantes acesso a teste vocacional, uma área de exposição com estandes, além de palestras sobre protagonismo, liderança, motivação, mentalidade de crescimento, educação, empreendedorismo, alta performance, autorresponsabilidade e autodisciplina.
“É um evento muito importante para os estudantes e estamos felizes pela parceria, em mais um ano, junto ao Governo do Estado e da Seduc. A programação está atrativa para os adolescentes e jovens e vamos focar em temas que permeiam a vida deste público, como por exemplo, os sonhos e o futuro”, enfatizou o gerente da Agência Sebrae Cuiabá, Júlio Prior.
Participações
O evento contará com a presença de nomes de destaque nacional que irão dialogar diretamente com os estudantes da rede estadual. Entre os palestrantes está Bia Martins, que é empreendedora social e integra a lista de personalidade da Forbes Under 30 e fundadora da organização “Olhar de Bia”, que já impactou mais de 450 mil pessoas com a missão de acabar com a miséria por meio da Educação. Ela abordará o tema “Tá com medo? Vai com medo mesmo”.
Outro destaque é o ex-jogador de basquete e comunicador Douglas Viegas, conhecido como “Poderosíssimo Ninja”, que fará uma palestra sobre alta performance, foco e autodisciplina, trazendo sua vivência no esporte e na comunicação para inspirar os jovens estudantes.
Durante a programação, os estudantes terão a oportunidade de conferir a apresentação artística musical do Projeto Genêsis, no formato de show de Rap, com elementos do Hip Hop, como batidas urbanas, intervenções de DJ, rimas e coreografias de break dance. A proposta é usar a linguagem urbana para dialogar com os jovens e estimular reflexões sobre temas relevantes para essa geração.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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