MATO GROSSO

Força Tática prende três faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

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Equipes da Força Tática do 15º Comando Regional prenderam três membros de uma facção criminosa, com idades entre 22 e 27 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, nesta quinta-feira (13.3), em Matupá. Com a quadrilha, a PM apreendeu uma arma de fogo e porções de maconha e cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias do setor de inteligência da PM e da Polícia Judiciária Civil sobre membros de uma facção que estavam escondidos em uma residência e fazendo a venda de drogas. Ainda segundo as informações, os suspeitos também estavam com armas de fogo no local.

Os militares da Força Tática foram ao endereço e flagraram um homem em atitude suspeita, na frente da casa. Ele tentou fugir ao ver as viaturas policiais, e foi detido já dentro da casa, onde o segundo suspeito também foi localizado.

Na abordagem aos homens, os policiais localizaram um revólver de calibre 38 com quatro munições intactas e algumas porções de maconha. Para a equipe, a dupla confirmou o tráfico de drogas e que havia um terceiro suspeito, em outro endereço, que também teria ligação com o crime.

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Na sequência, a Força Tática foi até o segundo endereço informado e abordaram mais um homem. Com ele, a PM apreendeu uma quantia em dinheiro e porções de drogas, que estavam escondidas no forro do teto da casa.

Diante da situação, os três criminosos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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