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Forças policiais apreendem 103 kg de drogas e geram prejuízo de R$ 2,3 milhões às facções criminosas

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Operação das forças policiais em uma chácara na comunidade São Pedro, próximo ao distrito de Vila Cardoso, no município de Cáceres (220 km de Cuiabá), resultou na prisão de um homem e apreensão de 103 quilos de drogas, sendo 52 kg de cocaína e 51 kg de pasta base, além de uma caminhonete da marca Fiat, modelo Strada, e uma motocicleta Honda, do modelo Tornado.

Essas apreensões geraram um prejuízo de R$ 2,3 milhões às facções criminosas e prenderam um suspeito que já tem duas passagens criminais pelo mesmo crime, ou seja, tráfico de drogas.

O trabalho dos policiais na região teve início nas primeiras horas da manhã deste sábado(25.10), e se estendeu até o início da noite. Durante a abordagem, o homem preso disse que era responsável somente pela guarda da droga na chácara.

As equipes policiais chegaram no local das apreensões a partir da troca de informações por equipes das agências de inteligência policial do Gefron, PF de Cáceres e Polícia Militar de Barra do Garças.

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As drogas, divididas em 100 tabletes e armazenadas em quatro sacos, estavam escondidas em uma área externa, no fundo da propriedade rural. O suspeito, os entorpecentes e os veículos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Cáceres para as demais providências.

Denúncias

A população pode contribuir com as ações do Gefron na repressão ao tráfico de droga pelos telefones: 08006461402. Também no contato direto com a base da unidade de fronteira, (65) 3325-1402, e o WhatsApp (65)99668-7655.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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