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Gefron apreende 190 tabletes de entorpecentes avaliados em R$ 3,3 milhões

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 190 tabletes de entorpecentes, na noite desta quinta-feira (14.11), na BR-174, próximo a cidade de Porto Esperidião (330 km de Cuiabá). A droga estava escondida em galões de combustível transportados por dois homens em uma Fiat Strada.

Com a apreensão do entorpecente, o prejuízo ao crime organizado é de aproximadamente R$ 3,3 milhões.

Os policiais faziam patrulhamento pela rodovia federal por volta das 19h quando avistaram o veículo e realizaram a abordagem. Na picape, haviam alguns galões de combustível e, após verificação, os militares descobriram que havia 185 tabletes de pasta base de cocaína e cinco de maconha no interior.

Diante dos fatos, os homens receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), em Cáceres.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações do Gefron contra o tráfico de drogas e outros crimes por meio do disque-denúncia 08006461402 e o contato com a base da unidade (WhatsApp e ligações) (65) 996687655.

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A ação faz parte da operação integrada Protetor das Fronteiras e Divisas, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Exército Brasileiro, Delegacia de Fronteira (Defron), da Polícia Civil, entre outras instituições estaduais e federais.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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