MATO GROSSO

Gefron apreende mais de 16 kg de skunk e causa prejuízo de quase R$ 50 mil as facções criminosas

Publicado em

Uma ação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 16 quilos de maconha do tipo Skunk, provocando um prejuízo estimado de R$ 48,7 mil ao tráfico de drogas. A ocorrência foi registrada na manhã desta segunda-feira (2.3), por volta das 08h30, no município de Pontes e Lacerda.

Durante fiscalização de rotina, a equipe do Gefron abordou um ônibus de transporte coletivo que operava a linha entre Vila Bela da Santíssima Trindade e Pontes e Lacerda. Na verificação das bagagens, os policiais localizaram 27 pacotes de maconha dentro de uma mochila e em uma mala de um dos passageiros.

Após a identificação do proprietário da droga, o suspeito foi detido e encaminhado, juntamente com o entorpecente, ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), e ficou à disposição da Justiça.

A apreensão ocorreu durante a Operação Tolerância Zero no combate aos crimes transfronteiriços entre Brasil e Bolívia.

*Sob supervisão de Wiliam Silva

Fonte: Governo MT – MT

Leia Também:  Polícia Civil deflagra segunda fase de operação que apura morte de policial penal
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  PMs de Mato Grosso e Goiás apreenderam 468 quilos de drogas e causam R$ 10 milhões de prejuízo ao crime

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Governador cobra prioridade em investigação sobre sabotagens no DAE de Várzea Grande

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA