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Gefron prende foragido da Justiça por tentativa de feminicídio durante operação na fronteira

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) prendeu, neste domingo (25.1), um homem de 35 anos, foragido da Justiça pelos crimes de tentativa de feminicídio, lesão corporal, ameaça e inadimplência de pensão alimentícia, durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, em ação integrada do Programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, na região de fronteira entre Brasil e Bolívia, em Mato Grosso.

A prisão ocorreu durante fiscalização no posto fixo do Limão, quando um veículo Volkswagen Gol, de cor prata, que seguia no sentido Bolívia–Brasil, foi abordado pelas equipes do Gefron. Durante a checagem nos sistemas de segurança pública, foi constatada a existência de mandado de prisão em aberto.

Diante da confirmação, o mandado foi cumprido no local e o suspeito encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Cáceres, onde permaneceu à disposição da Justiça.

A ação integra as operações permanentes do Governo do Estado na faixa de fronteira, com foco no enfrentamento à violência contra a mulher e no combate a crimes graves.

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Essa ação faz parte do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado, e da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que ocorrem de forma permanente na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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