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Governador e equipe vistoriam UPA Jardim Leblon e antigo Pronto-Socorro de Cuiabá

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O governador Mauro Mendes vistoriou, na tarde desta terça-feira (02.05), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Leblon (que está em obras) e o antigo Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá.

As inspeções foram realizadas junto com a equipe que coordena a intervenção na Saúde de Cuiabá, sob a responsabilidade da interventora Daniella Carmona e do co-interventor Hugo Felipe Lima.

No antigo Pronto-Socorro, além da equipe técnica, Mauro Mendes conversou com médicos, enfermeiros e pacientes sobre as adequações necessárias para o local.

“Em pouco mais de 45 dias de intervenção, já conseguimos promover muitas melhorias. Mas é preciso verificar as unidades, conversar com os profissionais e com quem precisa de atendimento. Com trabalho sério e foco, ainda poderemos melhorar muito a estrutura e o atendimento da saúde básica de Cuiabá”, afirmou o governador.

Danielle Carmona destacou que apesar do pouco tempo e da situação caótica que estava a Saúde em Cuiabá, a intervenção do estado já obteve avanços significativos em prol da população que precisa da saúde básica.

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“Já aumentamos 28 leitos de UTI, compramos medicamentos e insumos, contratamos 107 médicos, instalamos três aparelhos de raio-x em três UPAs e agora estamos trabalhando no planejamento para reestruturar toda a rede de atendimento”, citou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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