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Governo de Mato Grosso reforça presença internacional em feira de importação na China

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Mato Grosso marca presença pela terceira vez consecutiva na China International Import Expo (CIIE), uma das maiores feiras de importação do mundo, realizada de 5 a 10 de novembro, em Xangai. A participação é coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e pela Agência Mato-grossense de Promoção de Investimentos e Competitividade (Invest MT), com o objetivo de prospectar novos negócios e fortalecer a presença internacional do estado.

O estande de Mato Grosso será inaugurado no dia 6 de novembro. Os representantes da Sedec e da Invest MT apresentarão as oportunidades de negócios no Estado, com destaque para alimentos, energia renovável e produtos florestais sustentáveis. A comitiva também realizará reuniões com grandes compradores, visitas técnicas a centros logísticos e tecnológicos, e agendas em cidades estratégicas como Suzhou e Yiwu.

Além disso, o Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac) integra a comitiva na Ásia e será responsável por apresentar, pelo segundo ano consecutivo, o MT Steak, corte exclusivo de Mato Grosso que simboliza a qualidade e a sustentabilidade da pecuária estadual. No estande, os visitantes poderão degustar a carne produzida em Mato Grosso.

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Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a participação de Mato Grosso por mais um ano consecutivo demonstra o comprometimento do Governo em consolidar o Estado no cenário internacional.

“Estar presente novamente na CIIE reforça o papel estratégico de Mato Grosso como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Essa continuidade é fundamental para fortalecer relações comerciais já existentes, abrir novas oportunidades e mostrar que o Estado está preparado para atender às demandas globais com qualidade, sustentabilidade e competitividade”, destacou.

Organizada pelo Ministério do Comércio da China (MOFCOM), a CIIE é referência global na temática de importação. Nesta 8ª edição, o evento deve reunir mais de 3.400 empresas de 128 países e regiões, e deve atrair cerca de 800 mil visitantes. Além do setor alimentício e de produtos agrícolas, a feira também contempla segmentos como tecnologia da informação, equipamentos médicos, automobilístico e de energia.

De acordo com o presidente da Invest MT, Mirael Praeiro, a atuação conjunta do Governo do Estado e do setor produtivo tem garantido avanços significativos na inserção internacional de Mato Grosso.

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“A participação na CIIE reafirma o compromisso do Governo de Mato Grosso e do setor produtivo em ampliar parcerias estratégicas, promover a diversificação da pauta exportadora e posicionar o estado como referência global em negócios e sustentabilidade”, destacou Mirael.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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