MATO GROSSO

Primeiras-damas de MT e de Cuiabá se unem para fortalecer projetos sociais e garantir qualidade de vida para a população

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Nesta quarta-feira (12.2), a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, recebeu em seu gabinete, na Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF), a primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samanta Iris, para discutir projetos sociais para o município, com destaque para o Siminina. A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), coronel Grasi Bugalho, também participou da reunião.

Virginia Mendes ressaltou a importância da colaboração entre o Estado e o município nas ações sociais. “O projeto Siminina é um dos meus maiores orgulhos, é a menina dos meus olhos, e fico feliz que a Samanta compartilhe dessa visão. Estou tranquila em saber que ela cuidará do projeto e que as crianças que participam terão um acompanhamento de qualidade”, afirmou Virginia Mendes.

Para Samanta, contar com a parceria de Virginia Mendes é fundamental. “As boas referências que temos das gestões anteriores são em grande parte graças à Virginia. Sua experiência e o carinho com que conduz todas as suas ações sociais são um modelo a ser seguido”, destacou Samanta.

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Virginia Mendes, por sua vez, lembrou das melhorias realizadas no Siminina durante sua gestão à frente do programa. “Quando estava à frente do projeto, conseguimos oferecer às crianças atividades diferenciadas, pois elas precisam de uma rotina que desperte interesse. E, claro, qualidade nos serviços. Eu sempre digo que, para os projetos, quero tudo com muita qualidade, pois desejo para as crianças o que ofereço aos meus filhos”, enfatizou a primeira-dama de MT.

Durante a conversa, as duas primeiras-damas também discutiram as cobranças imediatas da população e as dificuldades que o município enfrenta. “Agora, vocês terão uma real noção dos desafios que o município enfrenta. Com o Mauro, não foi diferente. Tanto na prefeitura quanto no Governo, ele também enfrentou limitações, mas acredito no compromisso que vocês têm com a população. Com união, vamos ajudar vocês a superar esses desafios”, avaliou Virginia Mendes.

Além do Siminina, as primeiras-damas discutiram outras pautas, como ações direcionadas ao Autismo, que envolvem o apoio às mães e o fortalecimento da saúde mental. “Crianças, jovens e adolescentes precisam de toda atenção, mas não podemos esquecer do trabalho diário da família, especialmente das mães”, ressaltou Samanta.

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Virginia Mendes também falou sobre as ações do Estado, por meio do programa SER Família Inclusivo. “Estou à disposição para ajudar no que for necessário. A carteirinha do Autista é uma das ferramentas que temos para auxiliar as famílias. E com certeza, vamos trabalhar juntas em todas essas questões”, reforçou Virginia Mendes.

“Com certeza essa foi apenas a primeira reunião de muitas que teremos e fico muito feliz por isso”, completou Virginia.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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