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Governo de MT entrega escrituras para famílias que aguardavam regularização há 40 anos

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O Governo de Mato Grosso entregou na manhã desta quinta-feira (22) 144 escrituras de imóveis para famílias que aguardavam a regularização fundiária há 40 anos. A entrega foi realizada pelo Intermat no distrito de Santa Elvira, em Juscimeira (a 162 km de Cuiabá).

“Eu, meus filhos e meu marido, que infelizmente faleceu, aguardávamos por isso há 40 anos. É uma sensação muito boa estar com essa escritura em mãos”, diz Creuza Lopes, de 68 anos, ao receber o título.

Já Paula Santos, de 38 anos, explica que nunca viu um Governo do Estado olhar e cuidar para comunidades como a dela. “Nasci aqui e só agora vejo um Governo que olha para a gente. Foram oito anos aguardando e chega a ser emocionante. Essa entrega é um presente enorme não só para mim, mas para os moradores de Santa Elvira”, contou Paula.

O Prefeito de Juscimeira, Moisés do Santos, afirma que a entrega de escrituras desta quinta-feira é o exemplo de que o Governo de Mato Grosso olha para todos os 141 municípios do Estado e desenvolve ações para melhorar a qualidade de vida dos mato-grossenses.

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“Hoje é um dia de muita felicidade para a comunidade de Santa Elvira e o município de Juscimeira. A entrega desses títulos era um desejo antigo da população, por isso agradeço ao Governo de Mato Grosso por olhar para todo o Estado e estar realizando esta ação aqui hoje”, explica o prefeito.

Os 144 títulos entregues fazem parte de uma ação de duas etapas. Nas próximas semanas, outras 140 famílias do distrito de Santa Elvira também serão beneficiadas com as escrituras.

“É uma ação que dá muita satisfação para nossa equipe. São famílias que estão há 40 anos aguardando por esse título, por esse momento de ter segurança jurídica e social. Realizamos esses sonhos para que as famílias tenham seus bens protegidos”, diz o presidente do Intermat, Francisco Serafim.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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