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Justiça Eleitoral inicia série de mutirões em Brasnorte e comunidades rurais

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A 56ª Zona Eleitoral de Mato Grosso, com sede em Brasnorte, dá início, nesta terça-feira (14.10), a uma série de mutirões itinerantes para ampliar a coleta biométrica e a atualização cadastral de eleitoras e eleitores do município. A ação busca facilitar o acesso aos serviços eleitorais e garantir que todos e todas estejam regularizados para as próximas eleições. 

 

O primeiro atendimento ocorre no Fórum de Brasnorte, das 13h às 17h, e depois seguirá por diferentes locais da cidade e comunidades rurais, até meados de novembro. Os mutirões contemplarão escolas, supermercados, unidades de saúde e distritos, levando os serviços diretamente à população. 

 

Confira os locais e datas dos mutirões: 

📍 Zona Urbana – Brasnorte 

  • 🏛️ 14/10 – Fórum de Brasnorte | ⏰ 13h às 17h 
  • 🛒 15/10 – Supermercado Pasqualotto | ⏰ 13h30 às 17h30 
  • 🛒 16/10 – Supermercado Bom Preço | ⏰ 13h30 às 17h30 
  • 🏢 22/10 – Prefeitura Municipal | ⏰ 8h às 13h 
  • 🛒 05/11 – Supermercado Pasqualotto | ⏰ 12h30 às 17h30 
  • 🛒 07/11 – Supermercado Bom Preço | ⏰ 12h30 às 17h30 
  • 🏥 10/11 – Hospital Municipal | ⏰ 7h30 às 13h30 
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🌾 Comunidades Rurais 

  • 🌿 23/10 – Comunidade Tupã | ⏰ 8h às 17h 
  • 🌱 30/10 – Comunidade Mundo Novo | ⏰ 8h às 17h 
  • 🌾 04/11 – Gleba Tibagi | ⏰ 8h às 17h 
  • 🌾 06/11 – Comunidade Cerejal | ⏰ 8h às 17h 
  • 🌳 11/11 – Comunidade São Bento | ⏰ 8h às 17h 
  • 💧 13/11 – Comunidade Água da Prata | ⏰ 8h às 17h 

 

Os serviços serão realizados por duas servidoras com apoio de uma estagiária. 

 

Orientações ao eleitorado 

 

A Justiça Eleitoral reforça a importância da coleta biométrica para a segurança do voto e a regularidade do cadastro. Para ser atendido, o eleitor ou eleitora deve apresentar documento oficial com foto. Quem não cadastrar a biometria poderá ter o título cancelado no futuro e sofrer restrições em diversos serviços públicos. 

 

O juiz eleitoral Romeu da Cunha Gomes destacou, em ofício enviado à Corregedoria Regional do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que os mutirões aproximam a Justiça Eleitoral da população e ampliam o acesso à cidadania. 

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Também estarão disponíveis outros serviços eleitorais, como alistamento (confecção do 1º título), regularização de título, mudança de endereço, emissão de certidões, entre outros. Para o atendimento voltado ao cadastro biométrico, é preciso apresentar somente documento oficial de identificação com foto. No caso de regularização de título e mudança de endereço, também é necessário levar um comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 devem mostrar o comprovante de quitação militar para tirar o primeiro título.   

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma vista aérea da cidade de Brasnorte, com um traçado urbano organizado. No centro, há uma grande praça arborizada em formato circular, com ruas radiais que se conectam ao entorno. Ao redor, é possível ver casas, áreas verdes e alguns prédios maiores, incluindo uma construção branca de destaque, semelhante a uma igreja ou prédio público.  

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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