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Governo de MT firma convênios e lança obras de infraestrutura em Cuiabá e Várzea Grande nesta sexta-feira (3)

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O Governo de Mato Grosso firmará novos convênios e lançará obras de infraestrutura para Cuiabá e Várzea Grande, nesta sexta-feira (3.7), em agenda às 10h, no Palácio Paiaguás.

Os investimentos serão assinados pelo governador Otaviano Pivetta e pelos prefeitos de Cuiabá, Abilio Brunini, e de Várzea Grande, Flávia Moretti.

Entre os convênios previstos estão o investimento de R$ 23,4 milhões para recuperação de ruas e avenidas em 15 bairros de Cuiabá.

Também estão previstos o lançamento da obra de asfaltamento da rotatória do Aeroporto Marechal Rondon, na Avenida João Ponce de Arruda, e o convênio de R$ 10,5 milhões para a retomada da construção do Mercado Municipal de Várzea Grande.

Serviço
Governo de Mato Grosso firma novos convênios de infraestrutura com Cuiabá e Várzea Grande

Data: Sexta-feira (3.7), às 10h
Local: Palácio Paiaguás – Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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