O Governo de Mato Grosso já concluiu a construção de 256 novas pontes de concreto em todo o Estado desde janeiro de 2019. Além das pontes, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) firmou convênios com municípios e consórcios para substituir 985 pequenas pontes de madeira por aduelas de concreto ou bueiros metálicos.
Somadas a mais 99 pontes, que já estão com obras em execução, a atual gestão chegará até o fim de 2026 com mais de mil pontes de madeira eliminadas em Mato Grosso, além de balsas e novas rotas logísticas criadas.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explicou que a substituição de pontes de madeira é uma das maiores ações desenvolvidas pelo Governo do Estado.
“Pontes de madeira são um grande obstáculo para o desenvolvimento. Elas não suportam veículos pesados, precisam de manutenção constante e não resistem ao período de chuva. Quando ela é eliminada, isso traz previsibilidade para o produtor, permite o desenvolvimento da produção agrícola e beneficia toda a população que precisa se deslocar pelas estradas”, afirmou.
Confira a lista das 5 maiores pontes de concreto entregues pelo governo
Ponte sobre o Rio Teles Pires na MT-419, entre Novo Mundo e Carlinda, com 692 metros. Ponte sobre o Rio Teles Pires na MT-325, em Alta Floresta, com 550 metros Ponte sobre o Rio das Mortes na MT-326 entre Cocalinho e Nova Nazaré, com 483 metros. Ponte sobre o Rio Cuiabá, entre o Parque Atalaia e o Parque do Lago, com 392 metros. Ponte sobre o Rio Comandante Fontoura, na MT-430 entre Santa Cruz do Xingu e Vila Rica, com 300,9 metros.
Aduelas e Bueiros
Tanto as aduelas de concreto, quanto os bueiros metálicos, são estruturas que podem ser instaladas nas rodovias para permitir a passagem de água por baixo da estrada. Elas são indicadas para cursos de água com volume menor e menor extensão.
A Sinfra firmou uma série de convênios com prefeituras para substituir pequenas pontes de madeiras em rodovias vicinais de Mato Grosso. No entanto, alguns bueiros e aduelas são instalados pela própria Sinfra durante a execução de obras rodoviárias.
Até o momento, são 985 pontos com substituições já realizadas ou em andamento. O investimento da Sinfra na aquisição destes materiais chega a R$ 161 milhões.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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