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Governo de MT realiza simpósio sobre a nova lei de licitações e contratos

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O Governo de Mato Grosso realiza, nesta terça e quarta-feira (05 e 06.09), o 1º Simpósio da Nova Lei de Licitações e Contratos, com abordagem voltada aos municípios do Estado. O evento será realizado no auditório da Fatec-Senai, no bairro do Porto, a partir das 8h.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, fará a palestra de abertura do evento, que abordará “os desafios das entregas públicas frente à burocracia estatal”, às 9h.

Além do governador, o evento contará com palestra do advogado e consultor Murilo Jacoby, autor de várias obras na área de licitações e contratos.

Entre os palestrantes do evento estão ainda: o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, os procuradores do Estado Leonardo Vieira, Caio Albuquerque e Renério Castro, o consultor jurídico geral do Tribunal de Contas do Estado, Grhegory Paiva, a secretária adjunta de Aquisições Governamentais da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Katiene Pinheiro, a presidente da Comissão de Direito Administrativo da OAB, Juliana Zafino, o auditor da Controladoria Geral do Estado Orlando Cames, e o procurador do município de Cuiabá Daniel Baron.

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Serviço
1º Simpósio da Nova Lei de Licitações e Contratos

Data: 5 e 6 de setembro
Horário: A partir das 8h
Local: Fatec-SENAI – Av. XV de Novembro, 303 – Porto, Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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