MATO GROSSO

Governo promove de mutirão para limpeza de nascente no Centro Político Administrativo

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Servidores do Governo de Mato Grosso participaram, nesta quinta-feira (21.09), de um mutirão de limpezas para a manutenção e conservação das nascentes do Centro Político Administrativo. A ação foi promovida pela Comissão Gestora Interna da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) no Governo, em celebração ao Dia da Árvore, comemorado neste 21 de setembro.

O mutirão reuniu servidores públicos voluntários, catadores de materiais recicláveis e estudantes de direito da Fasipe, localizada na região do CPA. O objetivo foi unir forças entre poder público, terceiro setor, iniciativa privada e comunidade local, e conscientizar a população que há diversos agentes de degradação ambiental, e que o descarte irregular de resíduos sólidos compromete a qualidade de vida das árvores e bem-estar da população.

“Esse tipo de evento é muito importante por trazer conscientização à população, com ações que envolvam a comunidade, poder público e setores privados”, destacou o secretário de Estado de Meio Ambiente em exercício, Alex Marega. Ao todo, mais de 120 pessoas participaram da ação.

“Esse engajamento é extremamente importante para a manutenção dos recursos naturais para esta e futuras gerações. É necessário conscientizar as pessoas da importância de se preservar nossas nascentes. Esta é uma área de conservação, pública, de uso comum, e um patrimônio de toda a sociedade”, completou.

Somente nesta quinta-feira foram recolhidos, em menos de uma hora do início da ação, 300 sacos de 100 litros com lixo. A limpeza da área onde está localizada a nascente teve início na segunda-feira, quando reeducando da Fundação Nova Chance recolheram 2 caminhões de entulhos.

O mutirão de limpeza foi realizado em uma área de 15 hectares, que pertence ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

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Segundo a superintendente do Ibama em Mato Grosso, Cibele Matos, o órgão tem um projeto para que se possa recuperar essa área, para que seja utilizada como espaço público.

“É uma área muito rica de vegetação nativa e fauna, de grande relevância para o Cerrado. A ideia é trazer a população aqui para dentro, dar essa ideia de pertencimento. Áreas como esta, mantidas preservadas dentro da cidade, auxiliam na diminuição da temperatura e criam um espaço de contemplação e proximidade com a natureza”, afirmou.

A região do CPA tem 53 nascentes mapeadas pelo projeto Água para o Futuro, do Ministério Público de Mato Grosso. A Sema realizou o diagnóstico ambiental em 28 delas.

O analista de Meio Ambiente, Alexandre Ebert, um dos responsáveis pelo mapeamento das Áreas de Preservação Permanente destas nascentes, destacou que todas as nascentes são tributárias da Bacia Pantaneira, então o processo de conservação precisa começar na origem, visto que está tudo interligado.

“Nós temos aqui uma vegetação diversificada, fauna silvestre nativa e um banco de conservação genética muito grande de espécies, mas com a degradação pela destinação de resíduos indevidos. É uma área que já foi limpa outras vezes, então precisa ser feito um processo de conscientização através da percepção. Este córrego, que faz parte deste mutirão, é um importante tributário do Rio Cuiabá e precisa ser preservado de fato”, disse.

O processo de percepção, de acordo com o servidor, é fundamental em ações como estas, porque, olhando por cima, não se consegue perceber quanto lixo tem dentro do mato. A percepção ocorre somente quando ele é retirado e agrupado. Desta forma, os moradores e quem utiliza a região conseguem ter a dimensão de quanto de lixo havia naquele espaço.

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Mutirão de Limpeza

A ação para retirada de resíduos sólidos do entorno da área da nascente foi uma iniciativa do Governo de Mato Grosso, por meio da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) e Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso.

O evento terá apoio do REM Mato Grosso, Instituto Ação Verde, Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável (Asmats), Projeto Verde Novo, que realizou a distribuição de mudas de espécies nativas e frutíferas para os presentes, Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, Juizado Volante Ambiental (Juvam) e Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb).

Fazem parte da A3P no Estado, e participaram também do evento: Secretarias de Estado de Meio Ambiente (Sema), de Desenvolvimento Econômico e Social (Sedec), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), de Infraestrutura e Logística (Sinfra), de Seguraça Pública (SESP), de Assistência Social e Cidadania (Setas), de Fazenda (Sefaz), De Planejamento e Gestão (Seplag) Casa Civil, Controladoria Geral do Estado (CGE) Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e Mato Grosso Previdência (MTPrev).

A ação também contou com a participação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Ibama, Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Desenvolve MT , Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel).

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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