Policiais militares de Dom Aquino prenderam um homem, de 56 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (28.1), durante execução da Operação Tolerância Zero, na zona rural do município. Com o suspeito, a PM apreendeu um revólver calibre .28, além de 19 munições.
A equipe policial do Grupo de Apoio (GAP) estava em patrulhamento e flagrou um homem, com uma bolsa, em atitude suspeita ao conduzir uma moto em alta velocidade na saída da cidade.
Os policiais fizeram a abordagem do suspeito e localizaram, dentro da bolsa, um revólver calibre .38, seis munições deflagradas e 12 intactas do mesmo calibre, além de uma munição calibre .22.
Diante dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante e conduzido para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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