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Hospital Central adota cuidado personalizado para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

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Espaço exclusivo para dar mais aconchego e segurança. Volume da televisão reduzido para evitar que o som se torne ruído. Menos claridade na enfermaria. Abordagem cuidadosa e atenta com o paciente e o familiar. São cuidados como esses que fazem a diferença no atendimento a pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

Unidade de saúde do Governo de Mato Grosso gerida pelo Einstein Hospital Israelita, o hospital entrou em operação em 19 de janeiro e atende integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E, já nos primeiros dias de atividades, recebeu seu primeiro paciente com TEA: um garoto de 8 anos, internado para fazer uma cirurgia, acompanhado pelo pai.

“No momento da internação, já acionamos a equipe multiprofissional e damos início ao protocolo com todos os cuidados necessários”, relata Walison Rodrigues, analista do setor de Experiência do Paciente do Hospital Central.

Para tornar a jornada do paciente mais confortável, um colaborador de referência, da equipe de enfermagem, é destacado para se dedicar exclusivamente à comunicação com o paciente e a família. “O atendimento foi maravilhoso, ele pôde brincar, visitou a brinquedoteca e ficou muito tranquilo. Foi tudo ótimo e rápido”, relatou a mãe do paciente.

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A gerente de Práticas, Qualidade e Segurança do hospital, Fanny Araújo, explica que o primeiro passo é compreender o que importa para o paciente. “O fluxo de atendimento é todo pensado para entender o que é mais confortável para a pessoa. Às vezes, há um pedido relacionado à alimentação, ou voltado ao enxoval do quarto, por exemplo. O empenho das equipes assistenciais e de apoio, em parceria com o setor de Experiência do Paciente, é para que o paciente possa ter acesso ao que é importante para ele”, observa Fanny.

De acordo com a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, o Einstein tem como premissa, para todas as suas unidades, bem como para as públicas que administra, o cuidado centrado na pessoa. “Nossa cultura organizacional prioriza o paciente e seus familiares e, para isso, aprimoramos nossos serviços o tempo todo com a ajuda de uma equipe multiprofissional”, pontua. Além de médicos e enfermeiros, o time inclui psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e brinquedistas, entre outros profissionais.

O Einstein é uma das poucas organizações de saúde brasileiras com Selo Ouro da certificação Planetree, que atesta os cuidados centrados na pessoa, incluindo pacientes com TEA. A informação consta no site da certificadora International Society for Quality in Health Care External Evaluation Association.

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Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo a última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek. Com sede em São Paulo, é uma organização filantrópica que leva, há 25 anos, a sua expertise em gestão hospitalar para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas, das quais nove são hospitais – um deles o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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