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“Hospital Central vai mudar história da saúde em MT”, afirma presidente do TCE

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O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que o Hospital Central, em Cuiabá, vai mudar a história da saúde em Mato Grosso.

“O governo de Mauro Mendes tem trabalhado muito, feito muitas obras, mas essa é uma das mais importantes. Quando eu era deputado, eu vi a situação triste da saúde de Mato Grosso. Hoje, nós estamos mudando essa história com o Hospital Central”, afirmou.

Nesta terça-feira (23.4), o Governo de Mato Grosso assinou um contrato com o Hospital Israelita Albert Einstein para que a entidade hospitalar administre o Hospital Central. Todos os atendimentos e serviços médicos serão ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que são gratuitos para a população.

O Hospital Central ficou 34 anos com obras abandonadas, que foram retomadas pela atual gestão. 98% da unidade está concluída. O investimento do Estado é de R$ 221,8 milhões na construção da unidade, e outros R$ 240 milhões em equipamentos.

Sérgio Ricardo também declarou que o Einstein trará uma gestão hospitalar de excelência para o Estado e que a instituição vai entregar uma saúde de qualidade para a população.

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“Só quem ia para o Einstein era quem tinha dinheiro. Conheço muitos que entraram no hospital com dificuldades de sobreviver e saíram vivos de lá. Agora, vamos ter isso aqui em Cuiabá. O cidadão de Mato Grosso vai ter um Einstein de graça”, apontou.

O Hospital Israelita Albert Einstein é considerado o 22º melhor do mundo, segundo ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek. É o primeiro em todo o hemisfério sul, incluindo na América Latina e no próprio Brasil. Atualmente, o hospital já administra 36 unidades públicas de saúde, sendo cinco hospitais (dois em São Paulo, dois em Goiás e um na Bahia).

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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