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Indea e Polícia Civil apreendem embalagens de agrotóxicos em residência de MT

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), em ação conjunta com a Polícia Civil, apreendeu na manhã de hoje (06.03) 21 embalagens de agrotóxicos que estavam em situação irregular de armazenamento, em uma residência no município de Paranaíta.

Os produtos de uso agrícola estavam armazenados de forma irregular, alguns em contato direto com o solo, e outros com a embalagem furada e com o conteúdo escorrendo diretamente no solo, o que configura risco ao meio ambiente.

Na fiscalização realizada no bairro Jardim Esperança, os fiscais do Indea e os policiais civis recolheram todo o material e encaminharam as embalagens para um local adequado, conforme determina a legislação estadual, a Lei nº 8.588/2006 e seu regulamento, o Decreto nº 1.651/2013, além da Resolução CONSEMA nº 002/2009.

O morador da residência, que se auto-intitulava ‘Dr. Veneno’ na internet, foi autuado pela prática irregular do comércio de agrotóxicos, já que fazia a venda através das redes sociais, e também pelo armazenamento irregular de agrotóxicos e suas embalagens vazias. Sem qualquer controle da fiscalização, os produtos estavam sendo comercializados aos produtores e colocando em riscos o usuário e o meio ambiente. Ele foi autuado em 900 Unidades de Padrão Fiscal (UPFs), que equivale a mais de R$ 201 mil.

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Apreensões em 2023

Somente nos três primeiros meses deste ano, os fiscais do Indea já aprenderam mais de 124.626 kg/L de produtos irregulares, entre vencidos, sem comprovação de origem ou armazenados de forma incorreta e produtos com cadastro suspenso ou cancelado.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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