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Invest MT promove participação de empresas mato-grossenses em eventos estratégicos da América do Sul

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A Agência Mato-grossense de Promoção de Investimentos e Competitividade (Invest MT), em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), terá um estande voltado para empresas interessadas em participar da ExpoCruz, na Bolívia, e da Expoalimentaria, no Peru, em setembro deste ano. O espaço será disponibilizado para empresários que desejarem promover seus produtos e ampliar conexões comerciais no mercado internacional.

A ExpoCruz 2025 será realizada entre os dias 19 e 28 de setembro, em Santa Cruz de la Sierra, e é considerada o maior evento multissetorial da América Latina. A feira reúne, em dez dias, oportunidades de negócios, promoção institucional e fortalecimento de redes comerciais em diferentes segmentos, como alimentos, bebidas, agronegócio, indústria, máquinas e equipamentos, moda, beleza, construção, insumos agrícolas e bens de consumo. A programação também inclui seminários, eventos de negócios e serviços compartilhados, como recepcionistas, credenciais e depósito de amostras.

Já a Expoalimentaria ocorrerá de 24 a 26 de setembro, em Lima, sendo uma das mais relevantes da América do Sul para os setores de alimentação, bebidas, serviços, máquinas, equipamentos e embalagens. O evento contará com atividades como salão de inovação, programação gastronômica, cozinha show, salão de café e cacau, salão de pisco e chocolate, além de brunch de negócios. Podem participar empresas da indústria de alimentos e bebidas, comerciais exportadoras, tradings, entidades setoriais e cooperativas, desde que para a promoção de produtos brasileiros.

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Para o diretor-presidente da Invest MT, Mirael Praeiro, a participação nas feiras reforça a necessidade de ampliar horizontes e fortalecer a presença internacional das empresas mato-grossenses.

“Esperamos que os empresários do nosso estado aproveitem essa oportunidade de conexões com o mercado andino. Nesse cenário atual de disputas comerciais, precisamos buscar novos e mais próximos países ao nosso Estado diversificando nossa pauta exportadora para estes mercados para estabelecer novas relações comerciais”, afirmou.

Nos dois eventos, Mato Grosso será anfitrião em um dos dias da programação, com a realização de um seminário institucional e um coquetel de negócios, momento em que empresários mato-grossenses poderão estabelecer parcerias e iniciar conexões comerciais com os empresários locais.

Empresários interessados em participar devem preencher o formulário disponível no link: acesse aqui. Dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail [email protected]

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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