MATO GROSSO

Justiça Eleitoral promove atendimento em Santo Antônio da Fartura, comunidade rural de Campo Verde

Publicado em

Eleitores e eleitoras do assentamento Santo Antônio da Fartura, no município de Campo Verde (distante 136 km de Cuiabá), terão a oportunidade de ser atendidos por diversos serviços da Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por meio da 12ª Zona Eleitoral, promoverá um mutirão na próxima terça (30/09) e na quarta-feira (1º/10), das 7h às 18h, na Escola Municipal “Santo Antônio”, localizada naquela comunidade rural. 

Serão oferecidos serviços de alistamento eleitoral (confecção do 1º título), revisão, transferência, segunda via, regularização de inscrição cancelada, emissão de certidões, emissão de guias para pagamento de multas eleitorais e, principalmente, a coleta biométrica. 

“É de grande importância os mutirões eleitorais para a zona rural, como assentamentos, comunidades e fazendas da região. Os serviços oferecidos à população trazem mais praticidade, pois nem todos podem se deslocar até as cidades”, declarou o presidente da Associação de Pequenos Produtores Rurais Nova Conquista, Lujuel Moraes. 

Leia Também:  Polícia Civil prende faccionados envolvidos em execução e ocultação de cadáver de jovem em Brasnorte

A iniciativa partiu do cartório, tendo em vista a distância para o assentamento (cerca de 40 km entre os dois pontos). O objetivo da ação é ampliar o acesso da população rural aos serviços eleitorais, garantindo praticidade e inclusão a eleitores e eleitoras de localidades distantes. Além disso, faz parte da campanha Biometria 100%, que visa realizar o cadastramento biométrico de, no mínimo, 98% do eleitorado de Mato Grosso. 

O eleitorado do município de Campo Verde possui 32.288 pessoas, sendo que 1.818 eleitores (5,63%) ainda não coletaram a biometria, enquanto 98,37% já realizaram o cadastramento. O assentamento Santo Antônio da Fartura conta com 603 eleitores aptos a votar: 550 (91,21%) já realizaram o cadastramento biométrico e 53 (8,79%) ainda não. 

A população será atendida por três servidores da Justiça Eleitoral, com apoio de outros quatro da Prefeitura Municipal. Cada servidor vai operar um kit biométrico, que contém um computador portátil, scanner para coleta biométrica, câmera digital, pad para assinatura e case para ambientação e transporte dos equipamentos. 

Leia Também:  Polícia Civil intensifica combate à pesca predatória com nova operação em Barão de Melgaço e Cuiabá

Para ser atendido, basta levar documento oficial com foto e comprovante de endereço atualizado, que podem ser apresentados em versão física ou digital. No mutirão, o cidadão ou cidadã já sai com o título de eleitor em mãos, além da orientação para baixar o título digital (com foto) por meio do aplicativo e-Título. 

Qualquer eleitor(a) pode ser atendido em mutirões ou ações da Justiça Eleitoral em qualquer parte de Mato Grosso: não é necessário votar no local ou morar na cidade onde a ação é realizada. 

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

#PraTodosVerem: A imagem mostra o pátio da Escola Municipal Santo Antônio. No centro, há uma estrutura com paredes que se elevam acima do telhado e um painel azul e laranja. O espaço é semiaberto, com alguns pilares de sustentação, e quatro plantas em vasos decoram a frente da estrutura. 

Fonte: TRE – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil intensifica combate à pesca predatória com nova operação em Barão de Melgaço e Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Trânsito no Portão do Inferno está liberado em meia pista

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA