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Lei Seca para motociclistas termina com um preso e 64 motos removidas em Cuiabá

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Um motociclista foi preso por embriaguez e 64 motocicletas foram removidas durante a 68ª edição da Operação Lei Seca, na noite desta quinta-feira (25.9), na avenida Dante Martins de Oliveira, mais conhecida como avenida dos Trabalhadores, no bairro Jardim Eldorado, em Cuiabá.

A operação teve como foco a fiscalização de motociclistas. No total, 291 pilotos realizaram testes de alcoolemia, que geraram 121 autos de infração de trânsito (AIT), conforme dados do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Entre algumas das infrações cometidas, estão motociclistas que transitavam com veículo sem registro ou não licenciado (49 ocorrências), que não possuíam habilitação (32), que conduziam o veículo sob efeito de álcool (4) e que se recusaram a fazer o teste de alcoolemia (3).

Ao todo, foram fiscalizados 279 veículos, sendo que 76 foram autuados e 64 deles foram removidos.

A Operação Lei Seca é realizada pelo GGI, vinculado à Sesp, com apoio do Batalhão Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Corpo de Bombeiros, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).

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*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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