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Mato Grosso apresenta queda nos índices de roubos e furtos pelo terceiro ano consecutivo

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Os índices de roubos e furtos em residências, comércios e a pessoas tiveram queda pelo terceiro ano seguido em Mato Grosso. Em 2024, o número de roubos apresentou redução de 19% em relação ao ano anterior, 2023, caindo de 5.144 para 4.170 ocorrências. Os dados são do Observatório Estadual de Segurança Pública(OBS), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

No ano de 2023, os índices já tinham apresentado uma redução em 17%, na comparação com 2022. Os levantamentos mostram os registros desta modalidade de crime reduziram de 6.213 para 5.144 registros, o que representou menos 1.069 roubos na soma total dos 12 meses de 2023.

O mesmo cenário foi observado com os dados de 2022, na comparação de 2021. De um ano para o outro houve uma queda de 25%: de 8.311 queixas formalizadas às forças policiais para 6.213, totalizando uma diferença significativa, de 2.098 roubos a menos em Mato Grosso.

Os índices de furtos também seguiram em queda nos últimos três anos. O ano de 2024, por exemplo, reduziu em 7% em relação a 2023. Os registros caíram de 35.154 para 32.670, fechando com 2.587 mil ocorrências a menos.

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Entre os anos de 2022 e 2023, a análise estatística apontou redução de 8%, de 38.257 para 35.154 ocorrências. Essa diferença significa que 3.103 furtos foram prevenidos.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, atribui a sequência de redução à política de investimentos em Segurança Pública implementada pelo Governo do Estado desde 2019 no enfrentamento à criminalidade.

“A atual gestão está comprometida com o trabalho de prevenção e redução de todas as modalidades de crimes. O governador Mauro Mendes assumiu um compromisso com a sociedade mato-grossense de tolerância zero a todas as práticas criminosas. Então, nossos policiais estão nas ruas trabalhando ostensivamente na repressão e prevenção, e empenhados em investigações para identificar e produzir as provas necessárias à responsabilização e penalização daqueles que cometem crimes”, diz o secretário Roveri.

Conforme o secretária, a determinação é continuar trabalhando, atuando fortemente e adotando as medidas necessárias para que os índices criminais, não apenas de roubos e furtos, se mantenham em queda.

Roveri citou alguns dos investimentos feitos pela atual gestão que beneficiaram diretamente as ações de combate aos crimes como roubos e furtos. Ele listou a padronização do armamento usado pelos policiais nas atividades do policiamento de rotina. Ele lembra que a pistola Glock, que todos os policiais receberam em cautela permanente, é considerada uma das armas mais modernas do mundo.

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O secretário cita ainda a compra de 1.600 armas pesadas, como fuzis e espingardas, para reforçar o arsenal de fogo das policiais, especialmente as unidades especializadas; a implantação da radiocomunicação digital em todas os centros de operações policiais no Estado e nas viaturas que estão nas ruas, além do Programa Vigia Mais MT, que alia a tecnologia de videomonitoramento às ações de segurança pública.

O aumento do efetivo das forças policiais nas ruas e no trabalho de investigação de crimes também fazem parte da política de investimentos e tolerância zero à criminalidade. Entre 2019 e dezembro de 2024, as polícias Militar e Civil receberam um reforço de 1.450 novos policiais.

Fonte: Governo MT – MT

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Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

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O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

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Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

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