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Mato Grosso gera 4,7 mil empregos formais em fevereiro de 2026

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Mato Grosso registrou saldo positivo na geração de empregos formais em fevereiro de 2026, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira (31.3). No período, 4.749 novos postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no Estado.

Foram contabilizadas 58.904 admissões e 54.155 desligamentos no total, alcançando um estoque de 999.214 empregos formais no Estado. O setor de serviços foi o principal responsável pelo desempenho positivo, com a criação de 3.023 vagas.

Na sequência, aparecem a construção civil, com saldo de 1.144 empregos, a indústria, com 991, e o comércio, que registrou 942 novas vagas. Por outro lado, a agropecuária apresentou saldo negativo no mês, com a redução de 1.351 postos de trabalho, movimento considerado esperado em função da sazonalidade característica do setor.

Entre os municípios, Cuiabá liderou a geração de empregos, com saldo de 1.648 vagas. Também se destacaram Rondonópolis (507), Sinop (481), Primavera do Leste (431) e Campo Verde (363).

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Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, os dados reforçam a trajetória consistente de crescimento do mercado de trabalho em Mato Grosso, evidenciando a continuidade de resultados positivos ao longo dos últimos meses.

“Os números mostram que Mato Grosso mantém um desempenho consistente na geração de empregos formais, o que demonstra a solidez da nossa economia. Essa constância é fundamental, porque indica que não se trata de um resultado pontual, mas de um processo contínuo de crescimento. Quando há regularidade nos dados, conseguimos garantir mais segurança para trabalhadores, investidores e para o planejamento de políticas públicas, criando bases mais firmes para o desenvolvimento sustentável do Estado”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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