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MT Saúde promove ações em órgãos públicos para reforçar importância do autocuidado

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O Posto Itinerante do MT Saúde realizará, neste mês de março, ações de promoção e prevenção à saúde em diversos órgãos do Poder Executivo estadual. A iniciativa consiste em reforçar a importância do autocuidado ao levar até os servidores públicos exames gratuitos de saúde, como aferição de pressão, testes de glicemia e oftalmológico, avaliação do Índice de Massa Corporal (IMC) e bioimpedância.

“Nosso objetivo é estimular o autocuidado, afinal a prevenção é uma forma eficiente de combater algumas doenças. O Posto Itinerante é uma boa oportunidade para o servidor esclarecer dúvidas e realizar exames que podem apontar algum tipo de alteração em seu corpo”, ressaltou a presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos.

Na oportunidade, também são disponibilizados alguns dos atendimentos realizados na sede do Instituto, como, por exemplo, novas adesões, parcelamento de débitos, mudança de acomodação, apresentação da rede médica, entre outros.  

Nos dias 8 e 30 de março, a equipe do Posto Itinerante estará na sede da Secretaria de Meio Ambiente (Sema); e nos dias 14, 15 e 16 na Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), base Várzea Grande; e Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), respectivamente.

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Confira a agenda completa:
08/03 – Sema, das 8h30 às 17h;
14/03 – Seplag, das 13h às 17h;
15/03 – CBM/Várzea Grande, das 8h30 às 17h;
16/03 – Sinfra, das 13h às 17h;
28/03 – Politec, das 8h30 às 17h;
30/03 – Sema, das 14h às 17h;
30/03 – MTI, das 8h30 às 17h;
31/03 – Acadepol, das 8h30 às 11h30.
 

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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