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Mutirão em aldeia indígena de Juína atende mais de 100 eleitores da etnia cinta larga

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Promovida pela 35º Zona Eleitoral, sediada em Juína, uma ação de atendimento contemplou a aldeia  indígena Rio Seco, localizada no mesmo município da sede.  O mutirão contabilizou, no último dia 12 de março, 114 atendimentos a eleitores e eleitoras indígenas da etnia cinta larga. Foram oferecidos serviços como: alistamento (1º título), transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados, cadastro da biometria, regularização de título cancelado, emissão de certidões e guias de multas eleitorais. 

Dando continuidade à série de mutirões que vêm sendo realizados pela 35º ZE, essa foi mais uma das ações coordenadas com a finalidade de intensificar o cadastro biométrico. Além disso, a ação visou, também, estimular que as pessoas resolvam as pendências com a Justiça Eleitoral antes do fechamento de cadastro, programado para o dia 08 de maio. Passada essa data, nenhum dado do cadastro eleitoral será alterado ou revisado, pois é o intervalo dado para a organização das Eleições Municipais de 2024. 

A ação promovida na aldeia contou com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Secretaria Municipal de Assistência Social de Juína, que auxiliou fornecendo motoristas, veículos e redes de internet. Conforme dados recentes da Justiça eleitoral, o município de Juína conta com 33.974 eleitores e eleitoras aptos ao voto. Destes, 60,31% ou 20.490 já cadastraram a biometria. 

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Até o momento, os mutirões encabeçados pela 35º ZE contabilizam 500 atendimentos. Com as próximas operações, tanto em Juína quanto em Castanheira, cidade, também assistida pela zona, a expectativa é alcançar 800 atendimentos. 

Próximos passos: Dias, horários e locais 

A próxima etapa ocorrerá nos dias 19 e 22 de março, na Escola Municipal Osvaldo Cruz, localizada no Distrito de Filadélfia, zona rural de Juína. Já a segunda a segunda está programada para o dia 25 de março, na Escola Estadual Mário de Andrade, Assentamento 3, zona rural de Castanheira.

Na penúltima etapa deste circuito, o mutirão será no dia 26 de março, na Escola Estadual Militar Tiradentes – Padre Ezequiel Ramin, zona urbana, Módulo 4 de Juína. Já na última, o atendimento será realizado no dia 03 de abril, no Instituto Federal de Mato Grosso, campus de Juína. 

Democracia e acessibilidade

O mutirão tem como missão garantir e facilitar o acesso desses eleitores e eleitoras, considerando as dificuldades logísticas e geográficas que podem dificultar a locomoção. A ação destaca o compromisso em assegurar a participação democrática de todos e todas, independentemente das barreiras. 

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Para o juiz da 35º ZE, Vagner Dupim Dias, “a Justiça Eleitoral tem como papel social e democrático viabilizar a participação política de eleitores e eleitoras longínquos dos centros urbanos, especialmente os indígenas, com dificuldades de locomoção”, afirmou. 

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Nara Assis)

#DescriçãodaImagem: A imagem mostra dois eleitores indígenas fazendo suas fotos digitais, um homem e uma mulher segurando um bebê. 

Fonte: TRE – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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