MATO GROSSO

Novas rotas integram vivência de comunidades pantaneiras e quilombolas ao ecoturismo em MT

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O Governo de Mato Grosso vai incluir novas rotas na promoção do turismo mato-grossese, integrando a vivência quilombola de Mata Cavalo e a vida pantaneira em Poconé com o ecoturismo e o roteiro cultural de Cáceres. Os novos roteiros foram apresentados pelo Sebrae-MT no Salão Nacional do Turismo, em Brasília (DF), neste fim de semana, frutos de parceria com o Estado.

“A parceria do público e privado é o que faz nosso turismo ir para frente. Com o produto já formatado, o Governo pode colocar na prateleira e divulgar nas feiras nacionais e internacionais, e em todos os meio on-line e off-line. É muito importante o desenvolvimento desses produtos para que a gente possa mostrar todas as belezas e experiências que temos para vivenciar”, destacou a superintendente de Política de Turismo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Maria Letícia de Arruda Moraes Costa.

Conforme a consultora de turismo do Sebrae, Regiane Pasquali, a proposta do Sebrae para a criação dos novos produtos de turismo foi envolver dois programas que estão em andamento: o Pró-Pantanal, que está há três anos atuando no território, e o Agentes de Roteiros Turísticos, identificados por meio de consultoria técnica.

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“A gente vende muito bem natureza, mas ainda não vende a cultura, o homem pantaneiro, a forma de vida e o saber fazer. Usamos esses elementos e transformamos em roteiros turísticos, inclusive para dar oportunidade para comunidades tradicionais, como a comunidade quilombola de Mata Cavalo, e dar valor às produções locais. Estamos colocando esses produtos nas prateleiras das agências, tanto o roteiro cultural de Cáceres quanto dos quilombolas”, explicou a consultora de turismo.

A agência mato-grossense Five Adventure é uma das empresas que buscam oferecer experiências de turismo sustentável, relacionadas aos ecossistemas naturais, patrimônios históricos e culturais, gastronômicos, esportivos e científicos.

Na visão do proprietário da agência, Willian Marques, existe uma demanda nacional por novos roteiros e novas experiências. Para ele, os turistas não querem apenas pescar em Cáceres, mas ter as vivências relacionadas à comunidade.

“A gente conseguiu incluir tanto a gastronomia quanto os aspectos culturais e o Pantanal como um todo. É importante nós levarmos essa cultura, mostrar o artista plástico, a ceramista, o Lourenço da Viola de Cocho. Todos esses produtos são experiências e vivências do Pantanal que estavam faltando, e que o pessoal tem procurado muito. Nós já realizamos alguns fantours, presstrips com alguns turistas, e vemos que os roteiros já foram validados e a demanda tem muito a crescer”.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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